Thursday, November 27, 2014

A história não contada sobre o Dia de Ação de Graças


A Inglaterra era um país que ainda tinha muita intolerância religiosa durante o século XVII. E então um grupo de peregrinos decidiu se mudar para a Holanda em busca de liberdade religiosa. Receosos de perderem a sua cultura original inglesa, 102 peregrinos optaram por atravessar o oceano atlântico para que pudessem estabelecer uma colônia no novo mundo onde viveriam de acordo com os seus costumes e tradições religiosas.

Mesmo cientes dos riscos que essa travessia apresentava, eles embarcaram no navio Mayflower em agosto de 1620. No mesmo ano, desembarcaram em Plymouth, Massachusetts, onde enfrentaram um inverno rigoroso que matou metade dos que haviam chegado à América incluindo a esposa do líder da expedição, William Bradford.

Na primavera de 1621, os índios os ensinaram a plantar, caçar, pescar etc., e eles conseguiram sobreviver naquela nova terra. Então, em algum dia entre os meses de setembro e novembro de 1621 houve o primeiro Dia de Ação de Graças em que eles agradeceram a Deus por terem sobrevivido e aos índios pelos ensinamentos.

Os peregrinos continuaram em miséria absoluta por mais 2 anos, pois William Bradford havia estabelecido no começo da viagem que todos teriam direitos iguais sobre a colheita, uma forma de socialismo, coletivismo. E então muitos se aproveitaram desse sistema e não trabalhavam já que teriam direito ao mesmo montante de alimentos dos demais que produziam. O resultado foi catastrófico, e eles continuaram a passar por períodos de fome.

 Finalmente, William Bradford aboliu o socialismo em 1623 e teve a brilhante ideia de estabelecer que cada família teria direito a uma porção de terra para cultivar sua lavoura, direito de propriedade. Logo houve prosperidade e as pessoas passaram a produzir mais, comer mais e a comercializarem entre si fazendo com que a colônia se tornasse uma terra próspera para os seus cidadãos e futuras gerações.


A história do Dia de Ação de Graças ignorada pela maioria dos historiadores é de como os peregrinos atingiram o seu ápice social e econômico com a abolição do socialismo e implementação do capitalismo, fazendo com que essa nova colônia se tornasse o país mais poderoso da história da humanidade, os Estados Unidos da América.

Monday, June 2, 2014

Tempo de escolha


O povo brasileiro tem que decidir qual o futuro almeja para o seu país. E essa escolha será feita entre uma administração pública irresponsável e outra responsável.

A administração irresponsável é aquela que coloca seu partido e ideais, por mais exdrúxulos que sejam, acima da nação, com políticas de estado avessas aos modelos eficientes de gestão pública; se apodera das estatais e loteia cargos de diretoria com profissionais (se é que podem ser chamados assim) despreparados para exercerem tais funções; se alia à algumas das piores ditaduras como Cuba e Irã, enfraquecendo relações diplomáticas importantes com países como os Estados Unidos e Israel; e cria programas sociais nos quais o objetivo é a compra de votos ao custo do estrangulamento da classe média.

A administração pública responsável pensa primeiramente no país, busca fortalecer às liberdades individuais da população; age para diminuir o peso do Estado sobre a economia; corta órgãos públicos; reduz o número de ministérios; privatiza estatais etc. Através de medidas como essas, o governo pode reduzir a carga tributária, estimulando o empreendedorismo, a geração de empregos e faz com que a economia se fortaleça.

Em 2014, a população terá a opção de se manter estagnada em um patamar medíocre, ou eleger novos representantes que tenham um compromisso com o país e não exclusivamente com seus partidos políticos. O povo brasileiro é, em sua maioria, conservador, apenas não sabe disso ainda, e quando souber, aí sim o gigante terá acordado.

Monday, May 26, 2014

Por que o mundo está em recessão?


Países como os Estados Unidos, Itália e Brasil tem apresentado baixas taxas de crescimento econômico e também, em certos casos, elevados índices de desemprego. Um ditado popular diz que: “quando os Estados Unidos espirra, o mundo pega um resfriado”, mas agora a maior economia do mundo está com pneumonia.

O Governo de Obama tem feito reformas extremamente nocivas à iniciativa privada, como Obamacare - o SUS americano, que impõe diversas taxas e regulamentos sobre os empregadores que detenham 50 funcionários ou mais -; o aumento do imposto de renda e carga tributária em geral; a ampliação do programa Food Stamps (Bolsa Família yankee), e outras medidas visando diminuir as liberdades individuais e aumentar o poder do governo, que mais se parece com um regime de uma república de bananas.

A mão pesada do Estado sobre a economia é regra na Europa, e essa forte intervenção dos governos locais sobre seus respectivos países acabaram por minar a produção e o dinamismo econômico por lá. Existem casos no velho continente em que o subsídio agrícola é tão alto que o governo prefere pagar para o agricultor não plantar/produzir nada – assim gasta-se menos.

Durante a  primeira década deste século, o Brasil perdeu a chance de se modernizar e crescer exponencialmente, pois havia uma grande demanda por commodities no mercado internacional, principalmente na China. A burocracia exarcebada, corrupção crônica e a alta carga tributária impossibilitam que o “país do futuro” decole de vez. Um exemplo dessa incompetência estatal é o BNDES que em alguns casos, toma dinheiro emprestado a 11% no mercado internacional e empresta a 4%. Os cínicos argumentam que esse “estímulo” é benéfico à economia do país, porém não levam em consideração que quem tá pagando/financiando essa diferença é a já tão sofrida classe média. Como diria o célebre economista americano Milton Friedman: “não existe jantar de graça”.

Após causar a morte de mais de 100 milhões de pessoas no século passado através de fome, fuzilamento etc, acreditava-se que o socialismo/comunismo iria diminuir ou até mesmo acabar, porém, os vermelhos ressurgiram com força, e hoje comandam as principais economias mundiais. A crise em que o mundo se encontra não foi nem está sendo causada pelo capitalismo, mas sim, pela a ausência dele.