Países como os Estados Unidos, Itália e Brasil tem apresentado baixas taxas de crescimento econômico e também, em certos casos, elevados índices de desemprego. Um ditado popular diz que: “quando os Estados Unidos espirra, o mundo pega um resfriado”, mas agora a maior economia do mundo está com pneumonia.
O Governo de Obama tem feito reformas extremamente
nocivas à iniciativa privada, como Obamacare
- o SUS americano, que impõe diversas taxas e regulamentos sobre os
empregadores que detenham 50 funcionários ou mais -; o aumento do imposto de
renda e carga tributária em geral; a ampliação do programa Food Stamps (Bolsa
Família yankee), e outras medidas
visando diminuir as liberdades individuais e aumentar o poder do governo, que
mais se parece com um regime de uma república de bananas.
A mão pesada do Estado sobre a economia é regra na Europa, e essa forte intervenção dos governos locais sobre seus respectivos países acabaram por minar a produção e o dinamismo econômico por lá. Existem casos no velho continente em que o subsídio agrícola é tão alto que o governo prefere pagar para o agricultor não plantar/produzir nada – assim gasta-se menos.
Durante a primeira década deste século, o Brasil perdeu
a chance de se modernizar e crescer exponencialmente, pois havia uma grande
demanda por commodities no mercado
internacional, principalmente na China. A burocracia exarcebada, corrupção crônica
e a alta carga tributária impossibilitam que o “país do futuro” decole de vez.
Um exemplo dessa incompetência estatal é o BNDES que em alguns casos, toma
dinheiro emprestado a 11% no mercado internacional e empresta a 4%. Os cínicos
argumentam que esse “estímulo” é benéfico à economia do país, porém não levam
em consideração que quem tá pagando/financiando essa diferença é a já tão
sofrida classe média. Como diria o célebre economista americano Milton Friedman:
“não existe jantar de graça”.
Após causar a morte de mais de 100 milhões de pessoas
no século passado através de fome, fuzilamento etc, acreditava-se que o
socialismo/comunismo iria diminuir ou até mesmo acabar, porém, os vermelhos
ressurgiram com força, e hoje comandam as principais economias mundiais. A
crise em que o mundo se encontra não foi nem está sendo causada pelo
capitalismo, mas sim, pela a ausência dele.